Seg, 22 de agosto de 2011
Conhecendo melhor nossa "Santa & Bela Catarina" – a 3ª viagem... 9 de 9: quatro saíram, quatro chegaram...
Escrito por: Rodrigo Martins
   

Nosso semblante matinal era um verdadeiro tributo aos filmes trash de zumbis da década de 80. Num estado lastimável e ainda muito sonolentos, nos arrastamos escadaria abaixo para o desnecessário café da manhã. Sugeri trocarmos o desjejum por meia hora a mais de sono, mas fui prontamente ignorado. A sinfonia de bocejos era só um indicativo de um moroso e longo dia pela frente. Roberto amanheceu com o pneu furado e numa comovente veneração a preguiça – saiu um pouco mais cedo à procura de uma oficina. Nesse meio tempo acabávamos de ajeitar nossas coisas (socando desordenadamente tudo dentro dos alforjes...) e torrávamos nosso último quinhão pagando a conta do hotel. Enquanto esperávamos estarrados num aconchegante banquinho de praça situado em frente à bicicletaria onde acreditávamos que o nosso estimado colega estava... Roberto em sincronia com a nossa lentidão matinal - fazia o mesmo na frente do hotel. Incrédulos com a estupidez coletiva, pouco tempo depois já estávamos pedalando juntos (um rindo da cara de paspalho do outro...) rumo ao final da nossa inesquecível jornada. O derradeiro dia iniciou-se por volta das 10h30 num forte sol de outono. Com as faculdades cibernéticas do GPS funcionando perfeitamente, não tivemos dificuldade em cruzar a cidade. Blumenau é a terceira maior cidade do estado (mais de 300 mil habitantes, sendo que boa parte desse povaréu consiste em lindas loiras de olhos azuis...), tendo a indústria têxtil como o seu principal pilar econômico (Hering, Karsten, Teka, Sulfabril... são todas crias blumenauenses). Quem curte uma boa festa, Oktoberfest dispensa comentários. Quem gosta de novela, já deve saber que Vera Fisher é natural da região. E quem aprecia uma boa cerveja, a cultuada Eisenbahn é enraizada por lá.

Cruzamos o Bairro da Glória e assim que terminou a área urbana, iniciaram as infelizes subidas. Sentimos nossas pernas queimarem!, e por muito pouco o coração não escapuliu pela boca. A vontade era de descer e empurrar as companheiras, mas logo no início da viagem - Fernando iniciou uma infantil disputa... de querer “zerar” a tal da viagem (que no caso era para ser divertida...). – O quê? Não podemos empurrar as bicicletas? Nunca?  No cume do caminho montanhês - bufando ao extremo –, nos entreolhamos... ninguém enfartando? Um ótimo sinal...

DIA 9 – DE BLUMENAU (EIN PROSIT!), PENANDO MORRO ACIMA ATÉ BALNEÁRIO CAMBORIÚ, PASSANDO POR BRUSQUE (NOVAMENTE) E VIRANDO NOTÍCIA EM GUABIRUBA...

Numa injusta proporção de cinco minutos de descida para cada hora subida, continuávamos nossa sina sol a pino no melhor ritmo que podíamos pedalar para o momento. Apesar do maltratado corpo já estar acusando os longos e fatigantes nove dias de estrada, todos pedalavam de alguma forma satisfeitos. Afinal de contas, ao contrário do ano anterior, no último dia – os quatro miseráveis ainda perduravam alegremente.

Pela SC-409 contornamos o Parque Nacional da Serra do Itajaí. Juntamente com o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e a região da Serra da Dona Francisca no norte do estado, o PNSI consiste num dos três grandes fragmentos florestais que ainda existem em Santa Catarina. Distribuído em nove municípios, o Parque é responsável por 0,55% da área remanescente de Mata Atlântica do Brasil. Região extremamente bonita que vale a pena ser pedalada e/ou visitada.

Cada resquício de sombra era amplamente comemorado. Tendo ciência do extenso e severo trajeto do dia (em torno dos 90 km), fizemos algumas poucas e breves paradas. Precisávamos chegar não muito tarde em Guabiruba... pelo menos se tínhamos esperança de conseguir almoçar. X-salada era uma alternativa que naquele momento não gostaríamos de considerar e acabamos usando a repulsa adquirida por lanches como fator motivador para acelerar o pedal. Depois de muito tempo subindo e um breve e agradável platô, uma inesperada e muito bem-vinda descida! Uma longa e esburacada ladeira.

Aportamos em terras guabirubenses por volta das 14h30, desesperados por um bom almoço. A churrascaria Schumacher é referência na região e funciona desde os primórdios da civilização contemporânea. Não foi um bufê normal. Com uma chegada imprevista e a cozinha praticamente fechada, ainda assim o prestativo pessoal do restaurante conseguiu nos oferecer uma pomposa refeição apenas com as sobras do almoço. Por curiosidade, arrisquei comer um pedacinho de carne de marreco, já que todo mundo na região faz a maior propaganda e tal... Não gostei e ainda fiquei com a consciência pesada. Lembrei das aves similares famosas (Pato Donald, Patolino, Pato Quack, Howard...) e fiquei com remorso. Pobres aves indefesas mortas para satisfazer a gula dos desalmados seres humanos. Agora entendo o status de “vegetariano não-convicto” do Fernando.

Em nossa breve passagem pela encantadora cidade, acabamos até virando notícia! Manchete de sexta página do “Guabiruba Zeitung”, o Planeta Diário local:

Enquanto descansávamos um pouco, esperando o sol e a boa comida baixarem, como de costume, trocávamos idéias com vários habitantes locais. Entre eles - o Maicon, responsável pela reportagem e simpatizante da nobre (e sem sentido...) causa dos cicloturistas. Outro desafortunado que teve também sua bicicleta furtada. Charles Bronson... rogai por nós! Dez quilômetros à frente e já estávamos cruzando o centro de Brusque novamente. O monumento de um marreco de 18 metros só fez eu me sentir ainda pior...

Por algum tempo seguimos pela SC-486. Em seguida quebramos 90° à direita, reencontramos a estrada de chão e de brinde... várias outras consideráveis subidas! Perto do fim da jornada e muito de bem com a vida, até dávamos risadas dos inconvenientes morros.

Quando o cansaço beirava o extremo e o arrependimento já fazia sombra perto de nós... Outra divertida peça do destino: um animado Rottweiler ataca o Roberto!, e resolve alegrar nosso início de fim de dia. E logo quem a criatura escolheu! O homem tem pavor até de cachorro pequeno, imagina então aquela “pequena criança” correndo atrás do desesperado cidadão. Levamos dias (talvez semanas...) para parar de rir do acontecido...

Com o cair da noite, veio o frio. A noite gelada e escura só fez o dia parecer ainda mais cansativo.  Prosseguimos no limite, tentando não diminuir o ritmo, mas para isso beiramos o esgotamento. Apreensivos com a demora da chegada da civilização - um tanto esbaforidos -, saldamos os primeiros postes de luz que cruzamos pelo caminho. Por celular e de forma precoce, Roberto encomendava nossa janta... Ainda levaria mais de uma hora e meia para sair da ofuscante região rural. A suntuosa “sprintada final” foi primorosa (claro... se levarmos em consideração o estado calamitoso em que nosso corpo se encontrava) e quase ficamos comovidos com o fato de ninguém ter desmaiado. Já perto do fim, acabamos relaxando e diminuindo um pouco a cadência. Cruzamos a BR-101 no estilo “passeando no shopping” que o Roberto tanto gosta. Sentimos o inspirador cheiro da “pizza no ponto” a várias quadras de distância (delírio nosso... muito provavelmente). E, com a barriga roncando, as pernas moídas, o forévis doendo e um desagradável gosto de poeira na boca – já de saco cheio de tanto pedalar - finalmente nossa saga chegou ao seu fim. Em frente à pizzaria, mal acreditando, nos entreolhamos ainda um tanto desconfiados. Um, dois, três... quatro. Sim, os quatro presentes e todos respirando. Difícil até de acreditar. E, não é que conseguimos? Diferentemente do ano anterior... quatro saíram, quatro chegaram.

MISSÃO CUMPRIDA!, novamente...               

Faltando dez minutos para as 20h, a extenuante jornada que teve início nove dias atrás, na manhã chuvosa do dia 29 de março, chegou ao seu fim. Saindo de Florianópolis, passamos por mais 20 municípios catarinenses. Subimos até Brusque, passamos por Luis Alves e Massaranduba. Visitamos as desenvolvidas Jaraguá do Sul e Joinville, e ainda fizemos boa parte do litoral norte entre São Francisco do Sul e Balneário Barra do Sul. Retornamos a Massaranduba e descemos até a bela Blumenau improvisando o caminho. Continuamos nossa viagem passando por Guabiruba e Brusque (novamente) até chegarmos ao nosso destino final: a Pizza Bis em Balneário Camboriú, totalizando mais de 710 km percorridos. Abraços na família, tapinhas nas costas, mãos e rostos lavados e muitas histórias para contar. Sentamos-nos à mesa mais próxima do mar e por alguns breves momentos esquecemos da vida. No memorável banquete, comemos até mais do que deveríamos e muito provavelmente menos do que gostaríamos (e, enfim, consegui beber uma Pepsi!). Boas risadas com os amigos e muita conversa jogada fora. Roberto ainda lamentava (exageradamente como sempre...) a cômica fuga de Zoltan (o cão vampiro de Drácula...) quando sem cerimônia alguma levantamos e decididamente resolvemos ir embora. Naquele momento estávamos totalmente vencidos pelo cansaço e Roberto sequer seguiu a tal convenção social que preconiza pelo menos um educado “está cedo, fiquem mais um pouco”.

Momento para a prosperidade: a foto oficial com as quatro criaturas contrárias ao bom senso e à razão, mas que estimam uma boa aventura! Da esquerda para a direita: Marcelo, Rodrigo, Roberto e Fernando.

Na despedida, nada de abraços... Apenas um singelo “gosto muito de vocês! Mas não os quero ver tão cedo”... Rindo muito, cada um seguiu o seu caminho carregado de boas lembranças. Roberto estava em casa, mas os maltrapilhos restantes tinham uma viagem de carro ainda por fazer. Enquanto narrávamos nossas aventuras para a Vanderléia durante a viagem de volta até Florianópolis, Roberto na certa já estava dormindo. O bom papo fez a viagem passar sem ao menos ser percebida e um pouco depois da meia-noite, fazendo força para manter os olhos abertos, cada um foi entregue em sua respectiva vivenda. Por fim, o que talvez tenha sido a parte mais emocionante de todos os nove dias: tomar um longo e rejuvenescedor banho, deitar na sua própria cama e dormir sabendo que no outro dia... não iria precisar pedalar!

No decorrer dos nove dias dessa inesquecível cicloviagem, rodamos por 21 municípios catarinenses, listados cronologicamente (e ilustrados com suas respectivas bandeiras) a seguir:

Florianópolis – São José – Biguaçu – Tijucas – Brusque – Ilhota – Luis Alves – Massaranduba – Guaramirim - Jaraguá do Sul – Schroeder – Joinville – Itapoá – São Francisco do Sul – Balneário Barra do Sul – Araquari – São João do Itaperiú – Massaranduba (novamente) – Blumenau – Guabiruba – Brusque (novamente) – Camboriú – Balneário Camboriú

  • Distância percorrida: 711,03 km;
  • Tempo total de deslocamento: 54 horas e 55 minutos;
  • Deslocamento médio: 12,9 km/h;
  • Velocidade máxima atingida com as bicicletas (e seus alforjes cheios de tralhas): 69,2 km/h, do imoderado Fernando;
  • Pneus furados: alguns. Na verdade, menos até do que esperávamos;
  • Ciclistas atacados por criaturas raivosas: somente o felizardo do Roberto e por duas vezes! Um urubu que correu atrás dele como se fosse um Rottweiler no primeiro dia, e um Rottweiler que voou como se fosse um urubu atrás do mesmo, no último dia;
  • Quedas: duas... do sempre felizardo Roberto;
  • Horas dormidas: se não fosse pelo Marcelo, acho até que teria sido bastante;
  • Dias com chuva: os cinco primeiros intermináveis dias!;
  • Dias em que o Roberto nos incomodou: basicamente... todos os nove!;
  • Litros de Pepsi ingeridos: uma míngua latinha de 350 ml no último dia. Embora a Coca-Cola tenha quebrado um galho na escassez do referido líquido precioso;
  • Fator diversão: 85%. (Roberto estava muito chato esse ano);

Considerações finais:

Em termos organizacionais conseguimos fazer uma cicloviagem superior a do ano anterior. O patrocínio mais generoso nos permitiu optar por melhores lugares para pernoitar e selecionar um pouco mais as biroscas em que fizemos nossas preciosas refeições. Mais experientes com o aprendizado das duas viagens anteriores, desta vez estudamos com mais afinco as opções de traçado e conseguimos elaborar um trajeto considerado por nós ideal - priorizando as estradas rurais, porém intercalando com as cidades maiores. Esse tipo de composição nos permitiu uma total interação com a natureza, pedalando por lugares incríveis sequer imaginados por nós, ao mesmo tempo em que tínhamos a segurança da proximidade de grandes centros urbanos em virtude da necessidade causada por algum tipo de emergência (acidentes, lesões, ataques de birra ou danos mecânicos). Fisicamente nos encontrávamos um pouco melhor preparados e apesar do exagerado cansaço do último dia (que se apresentou dentro da normalidade), ainda assim não sofremos tanto com os efeitos deletérios da longa jornada em cima de um desconfortável banco de mountain bike. Um aspecto que talvez tenhamos falhado foi o de não saber lidar com as diferenças entre nós. Talvez acentuada pelo longo convívio e agravada ainda mais por constantes situações extremas que passamos por vários momentos durante a viagem - como fome, frio e exaustão. Em algumas ocasiões acredito que sequer foi divertido, mas o fato de termos superados em conjunto todas as adversidades e ainda sobrevividos como amigos – posteriormente nos fez valorizar ainda mais a conquista. Aprendemos na prática o porquê de muitos cicloaventureiros optarem por pedalar sozinhos em longas jornadas como essa. Hoje, tenho a convicção que somos mais amigos do que antes do início da viagem e esse novamente foi o grande mérito de toda essa experiência. Todavia, nos precavendo de outra desarmonia desnecessária, antes da viagem do próximo ano, sentaremos e teremos uma bela e esclarecedora conversa com o amigo, porém neurastênico, senhor Roberto. Apenas para deixar claro de como se deve comportar durante uma viagem de bicicleta...

Agradecimentos:

Ora, em primeiro lugar, quem sempre nos ajuda: Dona Vanderléia Kist! Mãe da Júlia, esposa do Marcelo e irmã do Roberto. Pessoa por quem temos uma imensurável estima;

Aos nossos patrocinadores: Priscila e Júnior, pessoas incríveis com quem tratamos diretamente e que intermediaram de forma bastante prestativa para que a ENGEMAP ajudasse diretamente a viabilizar nosso projeto. O mesmo acontecendo com Ivete e Silvinha da Pizza Bis. Somos incapazes de expressar nossa gratidão por essas pessoas. Sem a participação delas, certamente essa aventura não teria sido idealizada;

Aos outros três grandes amigos e comparsas do pedal! Comprometidos com a brincadeira séria, correram atrás e fizeram acontecer algo que poucos conseguem: a tal da diversão sustentável! Curtimos durante nove inesquecíveis dias e sem gastar um pila! Tempos atrás, quem de nós quatro ousaria acreditar?...

A todos os benevolentes moradores que cultivaram um belo pé de goiaba na frente de suas casas de onde surrupiamos descaradamente o saboroso fruto e por conta disso não desmaiamos de fome em diversas situações; Fernando pela brilhante idéia do secador de Sapatilhas e Cabelos; Fabiano Costa (presidente vitalício da “RR”) por ter cuidado novamente do bonsai do e ter disseminado a piada (mais sem graça do mundo) da Diabetes; aos irmãos Shaolin que tomaram conta do templo: Lucas, Alison, Baima e Iran; Henrique (proprietário do restaurante e petisqueira TRAPICHE) pela enorme ajuda; ao grande amigo Senhor Miyagi por não ter destruído o quintal de casa (desta vez); Aldori Cláudio por outra considerável ajuda; a todo o prestativo pessoal da câmara de vereadores de Massaranduba; Jean Kinderman, único que liga (sem ser os familiares) para saber se ainda pertencemos a esse mundo...; o anônimo bom samaritano que arrumou a corrente da bike do Roberto; Gean, da Cicles Hoffmann, pelos bons tratos nas nossas maltratadas companheiras de viagem; Senhor Waldson e seu espírito aventureiro que sempre nos mantém inspirados; Marcos Paulo por ter lembrado de nós em Nárnia e Jaga, nosso patrono e protetor.

E, por último, porém não menos importante: VOCÊS! Criaturas pouco ocupadas que na falta de algo melhor para se fazer, cultivam o duvidoso hábito de acompanhar nossas historietas. Somos imensamente gratos pelo prestígio (embora, prefiramos Chokito...). O Grupo Pedaladas tem uma imensa consideração por todos que nos acompanham, lêem nossos (engraçadinhos) relatos, ou por pura preguiça - apenas olham as fotos. Aos que nos seguem no Facebook, Twitter e até no moribundo Orkut! E principalmente aos mais empenhados, que além de tudo, ainda se dão ao trabalho de postar comentários sempre muito amistosos... A todos vocês, os nossos mais sinceros agradecimentos.

Para finalizar... Nosso super-caprichado vídeo com um apanhado geral de toda a bela viagem:

Se, em 2012, o mundo não perecer... Certamente estaremos por aí, para mais uma inimaginável aventura, em mais nove eternos dias rodando por estradas barrigas-verdes. Provavelmente em direção ao inédito “velho oeste” catarinense. Ou não. Vai saber...

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Comentários
Seg, 22 de agosto de 2011
escrito por: Osmar
Simplesmente fantástica a jornada de vocês.
acompanhei os relatos do ano passado e também desse ano e espero ler o relato do ano que vem.
Seg, 22 de agosto de 2011
escrito por: Vanderléia Kist
Parabéns.
Este último post ficou muito bom! Vcs estão ficando profissionais!
Gostei mais ainda da foto comprovando a perseguição ao Roberto!Muito engraçado!
Mais uma viagem...Momentos felizes, outros nem tanto, mas certamente valeu muito a pena.
Muitas histórias para ficar na lembrança de cada um.
Aos que acham isso uma loucura, aos que preferem o conforto de um carro ou do sofá em casa, tenho certeza que ao ler esse último post talvez mudem de idéia.
Não para pegar uma bike e sair por aí pedalando (certamente não existem tantos "malucos" como vcs) mas pelo menos para valorizar e ver que existem muitas maneiras de sermos felizes e aproveitar a vida! E às vezes não é preciso muito para que isso aconteça.
Um abraço!
Seg, 22 de agosto de 2011
escrito por: Glaucio Spillere
Nada contra os pacotes de turismo, porém este de vocês com as bikes é de lavar a alma..
Ter, 23 de agosto de 2011
escrito por: Fabiano Costa
Meus caros, estava querendo até dar uma pedaladinha para diminuir esta pancinha que insiste em me aterrorizar, porém ao ver que pelo menos 50% do grupo tem mais que eu, decidi que andar de bike carregando aqueles sacos de lixo só serve pra alguns malucos, para outros existem outras opções, que deixem o fiofó menos dolorido. Agradeço a citação do santo nome em vão, pois não me lembro desse diabo dessa piada da diabetes... Parabéns mais uma vez aos amigos, da próxima vez que ficarem sem fazer nada por tanto tempo me avisem, tenho um terreno bom pra vcs capinarem! BJO!
Ter, 23 de agosto de 2011
escrito por: Waldson (Antigão)
Bravo! Fantástico! Parabéns! Essas três palavrinhas resumem o que penso desses nove dias de pedal que, para mim, servem como fonte de grande inspiração.
Excelente relato e belíssimas fotos!
Após 8 dias intensos começam a narrativa deste nono dia citando nada mais nada menos do que três gigantes inimigas dos cicloturistas: "Parque Nacional da Serra do Itajai, Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e Serra da Dona Francisca". "Serras, Serras, Serras"!!! Mas com galhardia e bem-humorados venceram o desafio.
Obrigado pela citação do nome deste humilde leitor e admirador, que com imenso prazer acompanhou e acompanha as suas tão prazerosas cicloviagens. Que venham outras, e outras, e outras...

Um grande abraço a todos!

E vamo que vamo!

Waldson
Ter, 23 de agosto de 2011
escrito por: Jedson Eleuterio
Parabéns pela conquista, a viagens de vocês são inspirações para muitos cicloturistas, pena que ainda estou em repouso, estou ansioso para voltar a pedalar. Continuem nessa força, pois além de conhecer belos lugares, ainda é um esporte super saudável.
Ter, 23 de agosto de 2011
escrito por: Elton Xamã
hola, chamigos!
parabéns pela aventura!
e nada como umas pizzas para comemorar hehehe
abraços
Ter, 23 de agosto de 2011
escrito por: Eli
Parabéns pela epopéia ...
Qua, 24 de agosto de 2011
escrito por: Fabiano Costa
Desaprovo a trilha sonora! Me lembra o menudo! Mesmo sendo tocada pelos mestres Jedi!
Bjo!
Sex, 26 de agosto de 2011
escrito por: João Doggett
Fora do comum o site de vocês. Leio, me divirto e ainda sinto vontade de pedalar. As fotos estão cada vez melhores! E esse vídeo então? Muito demais isso. Estou até começando a gostar de Toy Dolls por causa de vocês. Parabéns aos quatro pela conquista.
Um grande abraço do João.
Ter, 30 de agosto de 2011
escrito por: Marli Grizzon Borges
Gente, adoro ler sobre vocês, amo a forma como está escrito, é muito engraçado pedalei muito no passado sempre com a mesma turma sei bem o
como o humor fica afetado depois de 180km, ler a histórias de vocês é viajar junto e isso me deixa muito feliz.
Sex, 16 de setembro de 2011
escrito por: Rafael Siqueira
fala galera blz? já estou sentindo falta de ler sobre as pedaladas. Li todas as pedaladas de vcs, até parece que estou viajando e pedalando junto..rs Estão de parabéns msm pela iniciativa e a união da equipe.
Galera estou querendo inciar, mas fico com receio de fazer um investimento muito alto e acabar não usufruindo tanto da bike como estou imaginando porém não quero ficar gastando sempre com peças, tenho em mente comprar uma intermediária. Deixo uma sugestão: para que crie um post (acho legal no "Quem Somos", assim a galera fica sabendo um pouco das bikes tbm), fala sobre os pós e contras, peças, qual freio usar, pneus e etc..).
É isso galera fica á sugestão pra quem está iniciando é uma boa.

Vlw e parabéns mais uma vez.

Abraço a todos.
Qui, 13 de outubro de 2011
escrito por: Stephanie
Simplesmente FANTÁSTICO, MARAVILHOSO!!!
Adorei o relato! Ri muito quando vc falou dos pobres PATOS e do Roberto sendo atacado... rsrs

Viajei na história de vcs também! Muito bom.
Um dia quem sabe eu chego lá! rsrs

Aproveito para agradecer sua visita em nosso blog.
Já coloquei nos meus favoritos!

Parabéns e continuem assim.

Stephanie
http://casaldebike.blogspot.com
Seg, 25 de junho de 2012
escrito por: Eleonesio Diomar Leitzke
Boa tarde camaradas.

Hoje estava com um pouco de tempo e resolvi ler alguns relatos de viagens anteriores de vcs. Muito show. Me lembra do primórdio do mountain bike, quando eu comecei a fazer algumas viagens com uma moderníssima Sundown, mais colorida que o arco iris e pasmem 18 marchas e o moderno cambio indexado conhecido por Shimano SIS....Muitas vezes tendo por companhia um amigo semelhante ao Roberto, que vira e mexe entrava em uma grota ou atropelava um transeunte bêbado, era ela apelidado carinhosamente de Sr Tragédia, ou do Roger, o qual como eu tem grande fluência em alemão e quando estávamos em algum caminho deserto e esquecido da civilização, começavamos a conversar em alemão com os animais que encontrávamos como felizes loucos que eramos.
Sem querer alongar ainda mais o comentário, hoje em dia pela distância e por razões diversas, sobrou só eu da velha turma que faz pedais mais longos nos finais de semana, voltei depois de 10 anos parados. Ontem fiz um tour na região montanhosa entre Blumenau, Massaranduba e Luis Alves, passando até mesmo por parte do caminho que vcs fizeram, num total de 53km, apenas 3 foram de caminho pavimentado. Se tiverem interesse o meu facebook é o https://www.facebook.com/eleonesio.d.leitzke, onde sempre tendo postar algo sobre nosso amado divertimento entre outras coisas.
Um forte abraço e continuem a nos brindar com seus relatos.
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