Seg, 08 de outubro de 2012
Conhecendo melhor nossa “Santa & Bela Catarina” – a 4ª viagem... 9 de 9: a nossa última pedalada?
Escrito por: Rodrigo Martins
   

Numa poética irregularidade e quase que numa afronta a nossa paciência, o nosso relógio biológico se comporta ridiculamente diferente e administrar isso durante nove dias e oito madrugadas não é uma tarefa das mais fáceis. No geral, a tendência é sempre ceder em pró do mais estressado, o que faz do Marcelo o eterno Mestre dos horários, e nesse sentido as coisas funcionam sempre do jeito dele. Ninguém se importa muito com isso e como na hierarquia das manias o incomum amigo realmente se sobressai, a gente sempre acata o que ele decide e isso geralmente funciona bem. Só que isso não é uma regra e às vezes as ideias não combinam, como foi no caso desse derradeiro dia. Além de dormir menos, a peculiar criatura geralmente vai para a cama bem antes que o restante do grupo, nutrindo ainda mais esse desconfortável conflito de horários. E, nas suas inquietações matutinas, quase sempre acaba madrugando e irritantemente acordando todo o restante do grupelho bem antes do combinado. Há dias em que isso é até engraçado, embora numa frequência menor do que eu gostaria. Ser exorcizado da cama a contragosto ainda na noitada tal qual um vampiro bandoleiro - sempre azeda o dia e, para piorar, o café da manhã atrasou horrores (quase um par de horas) e o tempo ocioso que se seguiu foi o maior pé no saco de toda a viagem.  Em dias normais acho até que teria rolado uma expressiva ladainha, mas o cansaço acumulado nos fez perder o apego por outrora divertidos dramalhões e o máximo que rolou foram algumas testas enrugadas. A espera forçada sequer valeu a pena, pois o café da manhã foi pouco inspirado, válido somente por ter desligado o grupo de um estágio inicial crônico de zumbificação. Sem delongas e de forma pouco delicada, socamos pela última vez nossas emporcalhadas roupas nos maltratados alforjes e descemos para fechar a conta no fantasmagórico hotel, que aparentemente alojava apenas as quatro carcaças pedalantes. Seguiu-se a mesma rotina de sempre: finish line nas áridas correntes, protetor solar fator bastante nas peles claras das crianças e uma última espiadela pelos recantos dos quartos para garantir que nada ficaria para trás além da vontade de dormir um pouco mais. Rolou uma inesperada e divertida “considerações finais”, já que o amalucado senhor Roberto sabiamente optou por encurtar consideravelmente o caminho. E, quem nos dera, naquele momento, ter também essa opção. Uma breve despedida totalmente isenta de sentimentalismos afeminados e cada um foi para o seu lado, rolando apenas algo do tipo – ano que vem, novamente? - balbuciado muito rapidamente, pois novamente estávamos atrasados. Enquanto a desafortunada trinca seguiu caminho em direção à longínqua Florianópolis, Roberto, o “+ 1” do grupo, deu apenas uma esticada até à vizinha Balneário Camboriú e antes mesmo do dia passar de sua primeira metade já estava empanturrado e esparramado em seu majestoso sofá, zapeando infinitamente por todos os canais possíveis enquanto ainda possuía forças para segurar o controle remoto de sua sofrida TV, apenas aguardando o  início do inevitável processo de hibernação. 

DIA 9) DE BRUSQUE À FLORIANÓPOLIS – PASSANDO POR CANELINHA, TIJUCAS, BIGUAÇU E SÃO JOSÉ, ATÉ FINALMENTE CHEGARMOS EM NOSSO TORRÃO NATAL...

Após quatro anos viajando, aprendemos que voltar para casa é tão bacana quanto sair para pedalar e foi só os pneus gastos das heroicas bicicletas tocarem no pegajoso asfalto quente que o entusiasmo rapidamente voltou, embora não tenha demorado muito para sumir de vez. O forte sol e uma longa e íngreme subida ainda no perímetro urbano de Brusque fez dos três pseudo-ciclistas sérios candidatos a serem pessoas deprimidas daquele infeliz momento para frente. Nada que uma Pepsi-Cola bem gelada não resolva, mas essa demorou a beça para aparecer.

Pedalamos em silêncio e um pouco separados, curtindo cada um ao seu modo a tal síndrome do último dia. Já havíamos pedalado mais até do que o suficiente e o que tínhamos que ver já havia ficado para trás. Restava apenas a satisfação pessoal de tentar completar o que foi programado, conseguido muito a duras penas. Sentimos falta de incomodar o amigo Roberto, e para não perder o irritante costume, volta e meia mandávamos uns SMS bem malcriados para motivar o isolado ser, que respondeu da pior maneira possível: - já cheguei! Definitivamente não sabe brincar.

Pela altura do sol já deveria ser meio-dia e o ronronar coletivo das barrigas confirmava isso. Embora já estivéssemos no venturoso outono, o forte aroma de verão castigava os três remanescentes da duradoura viagem. Cabisbaixos, lutando contra o vento e engolindo muita poeira, cruzávamos o sertão da estrada geral que liga Brusque à Canelinha com muita dificuldade. Cansados como nunca, penamos bastante nesse longo trecho e o asfalto que encontramos um pouco mais adiante foi um alívio sem precedentes para os nossos castigados forévis. Ansiosos por chegar em casa, paramos apenas rapidamente por alguns míseros minutos para descansar o maltratado esqueleto e fazer um breve lanche (pastel, Coca-Cola e porcarias afins). Aceleramos o pedal para valer e os últimos 40 km da viagem foram rodados totalmente no acostamento sem graça da BR-101. Passado um pouco das 15h, uma segunda parada emergencial para reidratar os três dementes restantes. Pernas bambeando, lábios rachados e uma quase certeza de estar vendo dois Marcelos e dois Fernandos (como se um de cada já não fosse o suficiente...). Caldo de cana, água, refrigerante... tudo empurrado garganta abaixo sem quase sentir o gosto na expectativa de matar uma sede desgraçada que parecia não ter fim. O exagerado calor persistia e castigava muito naquele momento, o que nos forçou a diminuir bastante a cadência. Após o providencial descanso, desencanamos totalmente, pois já não estávamos tão distantes assim de nossas vivendas. Lembro de ter visto a silhueta de Florianópolis muito ao longe e ter sentido aquela sensação bacana de ter conseguido novamente. Marcelo foi o primeiro a chegar em casa. Tive a impressão de ele ter abafado algum grito de alívio, praguejando qualquer coisa e determinado alguma sentença do tipo – “pedalar nunca mais!”. Ou, pelo menos, não tão cedo. Doce ilusão eu diria... Alguns quilômetros adiante - foi a vez do Fernando, que indiferente aos bons modos, sequer deu tchau. Apenas parafraseou Majin Buu num sucinto “até nunca!”, complementando ao longe com um - pelo menos, não tão cedo. O que nos fez rir bastante. Já quase sem forças, o felizardo miserável restante aqui, ainda teve que pedalar um tanto mais. Incrédulo, tive até dificuldade de acreditar quando finalmente avistei minha saudosa casa e quase lacrimejei ao lembrar da minha amada cama. Encostei com muito carinho minha sofrida GT na parede e após uma triunfante e capengante chegada – me senti obrigado a solidarizar com os outros comparsas de pedal e sussurrei na orelha da minha estimada bike – “não tão cedo, viu?!”...

A inusitada bravata que durou nove inesquecíveis dias e que passou por três dezenas de municípios catarinenses finalmente chegou ao seu fim. Por volta das 17 horas do dia primeiro de abril (e juro que não é mentira!), a última bicicleta do grupo foi encostada. Saímos de Balneário Camboriú no dia 24 de março ainda nos primeiros minutos de um ensolarado dia e margeamos um bom trecho do litoral norte, cruzando vários pequenos municípios. Sentimos a inebriante brisa do mar até Barra Velha, quando abandonamos a região litorânea para seguirmos em direção ao miolo do estado. Voltamos à Massaranduba e cruzamos a linda Pomerode (Prosit!). Pedalamos muito rapidamente por Rio dos Cedros até chegarmos na bela e movimentada Timbó, de onde começamos a subir sem parar! Benedito Novo, Apiúna, Vidal Ramos, entre tantos outros municípios que tiveram o desprazer de nos receber. Na região serrana, foi na fantástica Alfredo Wagner onde melhor fomos acolhidos. A indescritível visita ao Morro da Boa Vista foi o ponto alto de toda essa espetacular cicloviagem. A partir de Rancho Queimado finalmente começamos a descer (ufa!). Cruzamos Angelina, São João Batista, demos um “oi” para a Santa em Nova Trento e seguimos para Brusque, a terra da FENARRECO. Chegamos em Florianópolis nove dias depois, com quase 690 km rodados e muitas histórias para contar.

No decorrer desta incrível jornada, pedalamos por exatos 30 munícipios catarinenses - listados a seguir em ordem cronológica e devidamente ilustrados com suas respectivas bandeiras:

Balneário Camboriú – Penha – Piçarras – Barra Velha – São João do Itaperiú – Massaranduba – Blumenau - Pomerode – Rio dos Cedros – Timbó – Benedito Novo – Rodeio – Ascurra – Apiúna – Presidente Nereu – Vidal Ramos – Leoberto Leal – Alfredo Wagner – Rancho Queimado – Angelina – Major Gercino – São João Batista – Nova Trento - Guabiruba – Brusque – Canelinha – Tijucas – Biguaçu – São José – Florianópolis.

  • Distância percorrida: 688,97 km;
  • Tempo total de deslocamento: 53 horas e 52 minutos;
  • Deslocamento médio: 12,8 km/h;
  • Média de horas pedaladas: algo próximo de 6 horas diárias, quase sempre morro acima;
  • Velocidade máxima atingida por alguma das quatro bicicletas: 68,1 km/h – pelo sempre apressado Fernando;
  • Pneus furados: todos eles e por várias vezes! E isso que fizemos uso das bruxarias mais tradicionais, como fitas antifuros e selantes (cansado de ser enganado!);
  • Quedas: nenhuma! Finalmente os meninos aprenderam a andar de bicicleta (ou algo perto disso);
  • Horas dormidas: mais do que deveria – segundo o Marcelo, e menos do que gostaríamos – segundo todo mundo com bom senso!;
  • Dias com chuva: após dois anos consecutivos pedalando no pior estilo Aquaman, finalmente o Senhor do Tempo deu um alívio para nós: isentos de chuva em 95% do tempo pedalado;
  • Litros de água comprados em supermercados, lanchonete ou baiúcas quaisquer: 80 litros (fora as “torneral”);
  • Coisas perdidas por aí: uma filmadora, duas pilhas recarregáveis nunca carregadas, um cartão SD 4GB vazio, uma bermuda térmica limpa e sem marcas de freada, três cafés da manhã consecutivos pelo zumbi Roberto, um xampu Clear anticaspa, a vontade de pedalar depois do quinto dia após tanto tempo subindo e uma unha do dedão do pé direito do Rodrigo (unha essa que já cresceu – já que essas postagens demoram a beça para ir ao ar);
  • Fator diversão: 90%. Foi exaustivo demais e o senhor Marcelo deu umas xaropeadas de vez em quando.

Considerações finais e Agradecimentos:

Resolver fazer uma cicloviagem predominantemente na vertical foi uma escolha consideravelmente arriscada. Capengamos em vários momentos e beiramos o desespero em pelo menos uma trinca de infinitas subidas. O desafio exigiu bem mais do que a nossa otimista imaginação esperava e ter completado o trajeto proposto sem nenhuma grande sequela emocional é motivo de bastante orgulho para nós quatro (birra por grandes subidas daqui para frente não conta!). Passamos por vários dos lugares mais incríveis que já rodamos por esse maravilhoso estado afora, reafirmando ainda mais o nosso sentimento de que igual a Santa Catarina não há. Embora tenhamos pecado feio na boa convivência em viagens anteriores, desta vez finalmente acertamos o prumo e aprendemos a conviver em harmonia, dando a essa aventura um significado mais verdadeiro, próximo daquilo que buscávamos e que na sua essência, ainda não havíamos conseguido. Nossos mais profundos agradecimentos a: Dona Vanderléia Kist, pessoa rara e sem igual e que sempre nos ajuda de maneira incondicional; Dona Ivete e Dona Silvinha da Pizza Bis, pelo eterno suporte; Priscila e Júnior pela fundamental parceria com a ENGEMAP; Sr. Edgar Maciel e a todo o simpático povo de Alfredo Wagner; Bruno, o prestativo atendente do Hotel Tuti de Rancho Queimado; Ao pessoal da Center Bikes de São João Batista; Gean e mecânicos da Cicles Hoffman pelos sempre bons tratos em nossas bicicletas, o mesmo dizendo de Eduardo e todo o pessoal da Stop Bikes; Senhor Miyagi, meu endiabrado cachorro pelo bom comportamento na minha ausência; Fabiano e Jean (RR); e, Jaga – nosso patrono e protetor.

E, a todas as desafortunadas criaturas que na falta de algo melhor para fazer, usam de seu precioso e ocioso tempo para acompanhar as historietas sem sentido de nossas desventuras por Santa Catarina Afora. Somos demasiadamente gratos pelo prestígio, ainda que, o Chokito continue sendo nosso chocolate preferido. Saudações especiais aos mais empenhados, pois além de acompanhar as fotos e relatos, ainda se dão o trabalho de manifestar o carinho pelo grupo com suas amistosas mensagens de apoio, nos motivando a manter esse trabalhoso sítio no ar. “Pedaladas” agradece a: Grande Waldson, o “antigão”; Priscila “Guiga” & sua companheira Valentina; o pantaneiro Elton Xamã; Moca; Susi Sato; Juan Pablo; Eleonézio; Adair José; Fabrício Leite; nosso quase vizinho Tuquinha e tantos outros.

Para finalizar, o tradicional e tremulante vídeo* com alguns dos trechos mais bacanas de toda essa nossa peculiar cicloviagem. *preferencialmente não assistir no modo full screen, pois a resolução não é para tanto. 

Sem vontade nenhuma de pedalar no momento, sequer fizemos planos para o ano de 2013. Caso o mundo não acabe conforme o previsto (o que seria uma decepção para todos nós), repensaremos nossa momentânea aposentadoria, afinal de contas, ainda há um infindável número de lugares para conhecermos pelo venturoso solo catarinense...

 

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Comentários
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: adilson
alo galera. parabéns pelas viagens.. ri muito dos comentarios.. acho que me daria bem nessa turma. com muito censo de humor e aventura.. tbem tenho uma galera assim . com a turma de altos e baixos.. mas qual a graça se nao tiver dificudades.. acostumamos, e agora aceitamos o quanto pior melhor.Qualquer dia passo na porta de sua casa pra ouvir mais e rir muito, pq o humor de vcs é sarcastico heheh.Parabens e muito pedal. wlew
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Eleonesio Diomar Leitzke
Bom dia ciclocamaradas do litoral.
Parabéns pelo relato deste último trecho, lendo os relatos até parece que sentimos junto as desventuras que é fazer uma viagem tão longa.....ainda bem que existem as coca-colas geladas pelo caminho. Lembrei de ontem que sai da minha casa na Vila Itoupava em Blumenau, subi pela Itoupava Rega até o Alto da Serra entre Pomerode e Jaragua(1 mes sem pedalar) e retornei para casa atravessando Pomerode até na BR470 e subindo a região da Itoupava Central pelo asfalto e alguns km antes de casa no topo da maldita Serra da Vila Itoupava, acabou o estoque de água e no momento que achei que não chegaria em casa de tão estrupiado que estava, eis que vem ao meu socorro duas almas caridosas que estavam alimentando os fiscais de um partido e me oferecem uma lata de coca gelada....juro que se fossem mulher, dava um beijo na boca. Dá pra ter uma idéia aqui: http://connect.garmin.com/activity/231329433#.UHK_sfTsOYo.email Fica o convite, quando estiverem por perto, avisem para pedalarmos juntos. E tratem de planejar a próxima aventura.
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Regina
Parabéns!!!!!!!!!!!!!!! excelente aventura e um bom aprendizado entre amigos. Essa é a parte boa da viagem.
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Antônio Carlos Heil
Rapazes: vendo os relatos, quase posso afirmar que o Marcelo é o fiel da balança do grupo, por mais que alguns sintam que ele, em certos momentos, fique bem longe ou não apareça.

Parabéns pela empreitada.
Heil
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: AdHocBikers
Fantástico o relato. Santa Catarina é um Estado muito lindo, instigante para fazer uma cicloviagem.
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Fábio Vieira
Em primeiro lugar parabéns pela jornada. Seus relatos são muito criativos e bem humorados (nunca vi ciclista mal humorado na verdade).

Moro em São Francisco do Sul e fiz minha primeira grande viagem em dezembro de 2010 quando percorri 720 Km de Porto Alegre para São Chico em 5 dias junto com o Joci (62) de Balneário.

Agora em novembro vou até Aparecida (SP) e em janeiro para Montevidéu.
A dúvida é: Onde posso fazer nossas camisas personalizadas? Capas para alforges?

Deixo aqui meu convite para quando vierem a São Chico pedalarmos juntos.

Um abraço,

Fábio Vieira
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Sandro Campos
Rapaziada, voces são umas figuras; encontrei com 2 de voces em Santo Antonio dia destes, onde batemos um rapido papo; os relatos de voces sao hilarios; as aventuras, impagáveis; e o convivio e tolerancia uns com outros numa trip desta natureza, isto nao tem preço que pague. Sucesso, saude, e que venham mais pedais.
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Priscila "Guiga"
Nossa, quanta honra eu e Valentina figurando entre os fãs mais fervorosos! Hahaha!
Como sempre, para este último post a expectativa foi lá em cima e foi superada. Eu adoro essas estradinhas de chão "de areia", mesmo que sejam chatas e cheias de pedrinhas perigosas. O Marcelo "mestre dos horários" foi hilário! Eu era meio assim há uns anos, mas hoje em dia sei o valor que tem um bom sono!! Tanto que acho um saco pedalar à noite, quando é bom de dormir.
Tristeza foi ter perdido a filmadora. Aliás, ainda não consegui assistir ao vídeo porque aqui no trabalho não dá pra acessar Youtube.
Parabéns por mais uma viagem maravilhosa! Não restam dúvidas de que Santa Catarina é mesmo um estado ótimo pra tudo... E, assim como vocês, eu também não sou chegada em subidas e chuvas, mas em SC não tem como evitar isso.
Não nos decepcionem, aposto que vocês já estão se planejando para 2013, estão só escondendo o jogo! hahahahah! Brincadeira. Sugestão: litoral sul.
Grande abraço e ótimas pedaladas!!!!!
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Elton Xamã
hola, tchê!
acompanhando todos os relatos, só lamento não fazer parte do grupo!
uma coisa que sempre me lembro quando leio os relatos de vocês é que aí em SC (e toda a região sul) o Estado é bem servido de cidades/vilas/etc, fazendo com que tenham muitas opções de ponto de apoio, ao contrário do nosso glorioso Estado do Pantanal - Mato Grosso DO SUL - onde principalmente na sua metade oeste (esquerda), na bacia do rio Paraguai, os municípios são poucos e cito a mais marcante que é de Jardim à Porto Murtinho (pantanal sul) com "apenas" 200km entre elas e com apenas UM povoado no meio!!
abraços e parabéns à equipe!
Elton Xamã
Pantanal MS
Seg, 08 de outubro de 2012
escrito por: Moca
Como as coisas são, o que um forevis assado não proporciona a um bando de malucos e mais malucos ou melhor desocupados que comentam nesse blog, bom descanso...
Ter, 09 de outubro de 2012
escrito por: Juan Pablo Borges
Wooowww *-*
Meus olhos realmente brilharam com esse post... Como havia dito no comentário do post anterior, sua pedala é como um seriado que começa bizarro, fica muito legal e termina deixando um gostinho de "quero mais".

Meu, "...ter completado o trajeto proposto sem nenhuma grande sequela emocional..." kkkkkk, confesso que senti pena de vcs em várias situações, e ainda sinto quando relembram sua saga épica. ^^

Fico muito grato por ser lembrado eu seus agradecimentos!
Duvido muito que o mundo acabe dessa vez, e estarei às ordens para a pedalada de 2013, sr. Rodrigo! ;)

Um grande abraço... no aguardo da próxima aventura... o//
Ter, 09 de outubro de 2012
escrito por: Marcos Costa
Ola amigos ..... Gostaria de deixar o meu abraço e a satisfação de ver pessoas que gostam e realizam belissimos passeios de bicicleta ..... show de duas rodas ..... parabens a voces ..... um abraço de um amigo de São Paulo ..... a proposito ..... as fotos estão muito boas .....
Ter, 09 de outubro de 2012
escrito por: Niuton Paganella
Grande galera, acompanhei todos os relatos e quase sinto como se tivesse pedalado junto! Parabéns pela parceria e bom humor, e se o mundo não acabar ano que vem estarei atento às suas novas aventuras pedalísticas!
Sex, 12 de outubro de 2012
escrito por: Adair José Orth
Pessoal,vocês estão de parabéns.
Santa Catarina tem lugares lindos,também já pedalei por aí,nas Serras do Rio do Rastro e do Corvo Branco.
Muito bom o relato da viagem!
Até a próxima! Abraços.
Ter, 16 de outubro de 2012
escrito por: valeria
Legal galera, obrigada por mais fotos maravilhosas, que possamos sempre estar desfrutando o que existe de melhor em materia de bike, só ela proporciona vistas magnificas e somente ela nos leva para qualquer lugar que quisermos .. Bikebj ..
Qui, 18 de outubro de 2012
escrito por: susi saito
Woww! Galera do bem! Esta fala 'nunca mais' eh igualzinnha a do maratonista qd acaba os 42k... Bem assim... Passa um tempinho, pra uns, umas semanas, outros, dias, alguns, alguns minutos e já vem 'Q eh a proxima?
Por mais que ranhetem, certeza q passada a fase do desachatamento dos 'forevis' o olhinho vai brilhar se aparecer uma proposta de mais uma cicloviagem...
Pois, olhe aí, citadinha dentre tantos admiradores-das-dores de vcs (ehehhehe), ainda demoro a pedalar. qd saro duma, caio noutra! Tendão no ombro rompido, o jeito é ter paciencia e sarar!
Mas, deixa eu dizer que estou em ferias em Bombinhas até dia 26 e minha intenção era passar por Floripa rever meu pessoal que correra o Mountain Do da Lagoa. Quem sabe não conheça vcs?
Bem desta vez, nem trouxe a bike. Mas um dia, pedalo c vcs...
Parabens! Por se manterem loucos o suficiente para preservarem estas aventuras na veia. Por registrarem e relatarem e por deixar a gente sempre com agua na boca pra correr atras. Ops..Pedalar!!!
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